
ÖRYON VOIAËGO
Nascido de uma união improvável, Öryon tem um coração singelo e gentil, e um espírito nobre. Seu sonho é viajar por Tëimur e explorar mundos desconhecidos. Sua aparência é diferente da de todos os demais, e para escondê-la é preciso estar sempre com um colar especial.
Öryon alcançou o Arkä aos doze anos e foi selecionado no Festival da Lua Crescente, onde descobriu seu Arquétipo. Como um Arkaër do tipo Ornan, ingressou em Anariel para se formar e desenvolver suas habilidades. Quando parte para a Academia, já completou treze ciclos.
Uma das coisas que mais tem prazer em fazer é cantar e compor canções com seu alaúde, além de demonstrar ser um excelente arqueiro. Ao seu lado anda Bakri, um lobo cor de cobre que aprendeu a latir.

MIRËLAH ILHÖCILME
Encontrada no Templo Prateado ainda bebê, Mirëlah foi criada entre os acólitos de Cellëne, e de seus olhos de prata veio o sobrenome. Demonstrou grande talento desde a infância e impressionou as sacerdotisas de Usteri Ilhön, sendo treinada ainda nova.
Mirëlah alcançou o Arkä com facilidade sob a orientação de Tália Tamariel, a Grã-Sacerdotisa de Usteri Ilhön e sua tutora. Também foi selecionada no Festival da Lua Crescente. Seu Arquétipo se revelou Loman, e ela ingressou em Anariel para treinar.
Sua alma é bondosa e está sempre disposta a ajudar quem precisa, mas também tem um forte senso de justiça e não se exime de lutar pelo que acredita, ou por aqueles que não podem se defender.

DELIAN OTEMBAÄR
Criado com seu irmão por uma anã ferreira chamada Yarm, Delian aprendeu a sobreviver e a superar desafios. Seu carisma cresceu ao lado de sua confiança, e nada abala seu bom humor.
Tomou o lugar do irmão no Exército dos Elenimë e tornou-se escudeiro aos oito anos, feito do qual tem muito orgulho. Sua vontade foi além: com habilidade alcançou o Arkä e foi selecionado no Festival da Lua Crescente. Seu Arquétipo demonstrou ser Noan, e ele ingressou em Anariel para se formar.
Delian é um aventureiro e um desbravador, sempre com um sorriso no rosto e com perguntas que ninguém mais faria prontas na boca. Jamais passa despercebido.

GLENDA CEPAËLGAF
Glenda é uma orgulhosa anã cheia de ambições e coragem, e só atende por Glen. Nascida em Rochedo Vertur, numa família de mineiros, herdou da avó ferreira o martelo e o talento para a forja.
Sempre disposta a desafiar qualquer um que lhe pareça um bom oponente, está em busca de aventuras e grandeza. Ingressou em Anariel como uma Arkaër do tipo Uran e pretende se tornar a ferreira mais famosa entre os anões.
Glen tem uma presença marcante, mas também é muito fiel aos seus companheiros e ainda mais às suas convicções.

KILIAN PUNAN
Anão de cabelo e barba cor de cobre, Kilian cresceu entre os Elenimë e foi selecionado no mesmo Festival da Lua Crescente que Öryon. Assistiu da praça à última disputa e decidiu ali quem seria o seu rival.
Para Kilian, um rival é a coisa mais valiosa que alguém pode ter, pois só a competição tira o melhor de cada um. Ingressou em Anariel como um Arkaër do tipo Ornan, e entre os calouros de sua cor ninguém lança a Essência melhor do que ele.
Barulhento e teimoso, faz de toda aula uma disputa, mas é dos primeiros a aplaudir quando o rival acerta.

AUREL CILMOLSË
Vindo de Ponta Lascada, a capital dos Arvan, Aurel é um Ilotur, da tribo dos felinos, de pelagem branca e olhos púrpura. Em sua terra quase ninguém fala mais o idioma antigo, e despertar é tão raro que seu pai acendeu trinta velas à porta de casa.
Educado, de voz gentil e gestos medidos, Aurel carrega o peso do que o pai espera dele. Ingressou em Anariel como um Arkaër do tipo Noan e logo se mostrou o melhor espadachim entre os calouros.
Sua ambição é do tamanho de seu talento, e ele raramente entra num lugar sem saber o que pretende levar ao sair.

TAHAR DANELËN
Nascido numa noite fria de inverno, com a marca de Cellëne na testa, todo o seu destino sempre esteve ligado à Qiellör da Lua. Assim, dedicou a vida ao que acreditava ser o seu propósito.
Fundou a Ordem Elenimë, visando criar um lugar seleto para aqueles que se entregariam ao mesmo chamado. A Ordem prosperou e tornou-se poderosa, escondida no interior da floresta de Einmaröt, e Tahar se elevou como Issan-Tëi, o Lorde Supremo de todos os que ali habitam.
Seu poder é vasto e cheio de conhecimento, visto que por muitos anos estudou em busca de tornar-se digno daquela a quem servia com toda a sua alma. Seu coração anseia por Cellëne, e por ela tornou-se quem é.

NAHI ALDORLO
Devota da Qiellör da Lua, sempre dedicada a cumprir seu papel para o crescimento da Ordem Elenimë, Nahi entregou a isso toda a sua vida e as suas habilidades.
Uma Arkaër de grande conhecimento, profundamente estudiosa e rigorosa. Seus dias são sempre tomados por atividades importantes para a Ordem, ou por estudos visando seu crescimento.
É uma Arkaër do tipo Ornan, senhora da própria Essência a ponto de escondê-la de qualquer olhar. Em casa, foi ela quem ensinou ao filho o idioma antigo e o nome das estrelas.

KAZYR ZULARVIN
Criado para o combate desde a infância, o único caminho que conhece é o da força. A honra se encontra nas batalhas e, principalmente, nas vitórias.
Kazyr ingressou no Exército Elenimë ainda jovem, como pupilo de um grande guerreiro de sua raça. Com o tempo foi galgando posições até tornar-se Capitão, com grande prestígio e respeito, e nunca perdeu um duelo.
É um Arkaër do tipo Noan, que trabalhou o corpo ao extremo para estar sempre pronto diante de qualquer oponente.

TUGA MOGLEIRO
Vivendo pacificamente no interior de Einmaröt, o velho gnomo encontra na mata seu asilo e lar. Mais acostumado aos animais e feras selvagens do que a cidades e vilarejos, prefere ficar em sua clareira, distante de todos.
Apaixonado por cogumelos, Tuga tem uma vasta coleção deles e sabe prepará-los de diferentes maneiras e para todo tipo de coisa. Fala de si pelo próprio nome e responde pergunta com pergunta, e, apesar da idade avançada, seu humor e seu espírito ainda são os de um jovem travesso.
Caçador e arqueiro como poucos, Tuga é um Aldoer, um guardião da floresta em que vive, e para protegê-la pode ser muito feroz.

BAKRI
Bakri é o filhote de lobo de pelagem cor de cobre encontrado por Öryon na floresta. Ulfor é a palavra para lobo em Allusaër. A aproximação entre os dois acontece depressa: Mirëlah o recebe com entusiasmo e participa do momento em que o filhote ganha seu nome.
Ele acompanha o garoto pelos treinos, pelos períodos de recuperação e pelos instantes em que faltam outras companhias. Sua presença também se liga à descoberta do Onulë: perceber a Essência de Bakri é uma das experiências pelas quais Öryon aprende a reconhecer aquilo que vive ao seu redor.












