Allusaër é a Língua Ancestral, ensinada pelos Qiellör aos povos de Tëimur. Seu nome nasce de Allus, beleza, e usaër, discursar: o Discurso Belo. Nela há trinta e sete formas para o verbo ver e onze palavras para a luz. Para um Arkaër, estudar essas diferenças faz parte do domínio da Essência: as palavras dão forma ao que ela deve fazer, quanto deve usar e onde deve parar.
O DISCURSO BELO
Em Allusaër, muitas palavras se formam pela união de outras. Äl, antes de um nome, indica o plural: ulfor é um lobo, e älulfor são vários. Com lä, surge o coletivo läulfor, a alcateia. O idioma também distingue com precisão ações que aconteceram uma vez daquelas que se prolongaram no tempo.
Essa diferença chega à prática de Onulë. Dizer que se protegeu uma vez não é o mesmo que ordenar uma proteção contínua. Nas aulas de Melin Agureilif, os alunos aprendem a pronunciar, escolher e combinar as palavras antes de confiar nelas durante um treino. O tempo do verbo pode mudar a duração da técnica; um comando mal escolhido pode interrompê-la quando ainda é necessária.
ELUSITAR: O ALFABETO
O Elusitar reúne vinte e quatro letras: oito vogais e dezesseis consoantes. As vogais incluem as formas a, ä, e, ë, i, o, ö e u. Os sinais abaixo apresentam a escrita correspondente a cada letra; passe o mouse, use o teclado ou toque para consultar seu nome e som.
TRADUTOR
Digite uma palavra ou uma expressão para consultar a correspondência disponível no tradutor. O dicionário, nesta mesma página, permite conferir os vocábulos usados no resultado. Para textos mais longos, a consulta dos termos ajuda a acompanhar a tradução.
FONTE
A fonte reproduz os sinais do Elusitar a partir das letras digitadas no teclado. Digite um trecho para observar sua aparência e baixe o arquivo para instalar no computador. A fonte muda a escrita visual; a tradução das palavras pode ser consultada no dicionário e no tradutor.
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